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Veja a ordem exata da troca e o dedo que fica quieto do começo ao fim.
A mão direita monta uma tríade só e repete essa mesma tríade quatro vezes. Polegar, dedo do meio e mínimo, com uma tecla branca vaga entre cada dupla de dedos, e a abertura fica igual nas quatro paradas.
Comece contando antes de tocar. Quatro batidas em voz alta, no passo de quem caminha sem pressa, e o primeiro acorde entra no um da contagem seguinte.
A primeira casa é o dó do meio. Polegar no dó, dedo do meio no mi, mínimo no sol, os três afundando no mesmo instante e ficando no fundo até a quarta batida acabar.
A segunda casa fica quatro teclas brancas à direita. Polegar no sol, dedo do meio no si, mínimo no ré, com a mesma abertura de antes e a mesma queda simultânea dos três dedos.
A terceira casa está uma tecla branca acima da segunda. Polegar no lá, dedo do meio no dó, mínimo no mi, e o acorde que sai daí é lá menor, com um som mais fechado que os dois anteriores.
A quarta casa desce três teclas brancas. Polegar no fá, dedo do meio no lá, mínimo no dó, e a volta se fecha com o mesmo gesto que abriu o ciclo.
Repare no desenho que a mão faz no ar durante a volta inteira. Ela sobe do dó para o sol, sobe um degrau curto até o lá, desce até o fá, e o punho fica na mesma altura o tempo todo.
Nenhum dedo troca de função no meio do caminho. O polegar carrega a nota que dá nome ao acorde nas quatro paradas, o dedo do meio fica na nota do meio, o mínimo fecha por cima.
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O ciclo não pede quatro acordes decorados, ele pede uma forma decorada e quatro endereços. Aprender o gesto uma vez e mudar a mão de lugar é o que transforma quatro exercícios soltos em música contínua.
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Agora ligue a contagem e não solte mais. Dó em um, dois, três, quatro; sol em um, dois, três, quatro; lá menor na mesma conta; fá fechando, e o dó voltando sem nenhum vazio entre o fá e ele.
O movimento da mão acontece dentro da quarta batida, não depois dela. Enquanto o acorde velho ainda soa, os dedos já saíram das teclas e estão no ar em cima das próximas.
Toque a volta quatro vezes seguidas, bem devagar. Se a contagem correr igual do começo ao fim, o ciclo está pronto, mesmo que o passo esteja lento como o de um relógio de parede.
Depois faça as quatro voltas sem tocar nota nenhuma. Os dedos passeiam por cima das teclas na mesma contagem, encostando sem afundar, e a mão aprende a distância entre as casas sem o som atrapalhar.
O alvo da lição é uma volta que ninguém consegue interromper. Dezesseis batidas do começo ao fim, quatro acordes iguais em duração, e o ouvido sem nenhuma pista de onde a mão trabalhou mais.
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